Biossegurança

Biossegurança: o que é e qual a sua importância.

biossegurança é um sistema e o controle da infecção é um processo. A primeira é mais ampla, e pressupõe um conjunto de ações globais; o segundo é mais específico, e pede ações pontuais com um fim imediato.

Segundo a ANVISA a biossegurança é uma “condição de segurança alcançada por um conjunto de ações destinadas a prevenir, controlar, reduzir ou eliminar riscos inerentes às atividades que possam comprometer a saúde humana, animal e o meio ambiente”

Existe uma postura Woson tanto frente à Biossegurança como ao Controle da Infecção. O desenvolvimento de conceitos e sua aplicação à linha de produtos são essencialmente voltados para ambientes de alto risco como consultórios e centrais de esterilização nos ambientes de tratamento de saúde. Por isso seus produtos seguem os mais rigorosos princípios de segurança disciplinados pelas normas nacionais e internacionais, sempre visando a prática profissional com segurança e bons resultados para profissionais diretos e de apoio, bem como para pacientes.

O conjunto de ações, dentro de ambientes odontológicos, médico-hospitalares e laboratoriais, busca eliminar ou minorar riscos de profissionais e pacientes relacionados aos tratamentos de saúde, produção, educação, pesquisa e desenvolvimento tecnológicos e prestação de serviços. A biossegurança adquire caráter crucial por serem estes ambientes considerados críticos e com alto risco de contaminação.

A biossegurança responsável está na essência de suas ações e desenvolvimento de produtos. Logo, a visão Woson procura ser global e todos os aspectos biosseguros passam a ser relevantes.

 

 

Sede Woson -

CONTROLE DE INFECÇÃO

Entende a Woson que o Controle da Infecção, para ser efetivo, exige um rigoroso protocolo dos atos biosseguros, em forma de corrente. “A corrente nunca é mais forte que seu elo mais fraco”, nos ensina a cientista Izabel Yoko Ito.  Então, seus elos devem ser igualmente respeitados e praticados com a mesma atenção e propriedade. Do descarte de um instrumental contaminado até sua reutilização, todas as ações devem seguir um rigoroso protocolo, sem o que não se praticará uma biossegurança e um controle de infecção responsáveis. Uma ação mal executada é um elo que se rompe e, neste caso, a corrente de proteção contra a infecção de profissionais e pacientes não produzirá o efeito desejado.

Uma Central de Material e Esterilização (CME) bem planejada e equipada é fundamental para a prática correta de um controle de infecção eficaz. Uma sequência de procedimentos se impõe: limpezas mecânica e ultrassônica; enxágue, secagem e inspeção visual de superfícies; envelopamento ou empacotamento, identificação e datação; esterilização, secagem absoluta dos pacotes, nova inspeção visual dos lacres ou selamentos e armazenagem para posterior reutilização.

Uma vez reutilizado e recontaminado o instrumental, todo o processo se reinicia, e assim segue, ciclicamente. A estrutura física de uma CME deve ser planejada de tal forma que facilite a prática da forma mais natural possível desses procedimentos protocolares previstos.

Tão importantes como praticar corretamente os atos e procedimentos acima são o treinamento e capacitação da equipe bem como seu comportamento preventivo dentro da clínica.

BIOSSEGURANÇA REQUER INFRAESTRUTURA PLANEJADA

BIOSSEGURANÇA REQUER INFRAESTRUTURA PLANEJADA

O planejamento, projeto e execução do ambiente de tratamento deve levar em conta a praticidade na realização do Protocolo de Controle de Infecção, a começar pela posição estratégica da CME. Sua localização é central na definição dos critérios 1) de circulação mínima de material, seja contaminado ou estéril, e 2) de menor contato possível entre profissionais e pacientes.

Além da localização, deve-se atentar para o layout da CME, com entrada de material contaminado pelo uso separada da saída já estéril e em condição de reuso. Entre a entrada e a saída há uma sequência de infraestrutura e equipamentos a ser respeitada para facilitar a correta prática do controle de infecção. Há normas da Vigilância Sanitária bem claras sobre este assunto.Ver RDC 15, março de 2012.

Existem outros cuidados coadjuvantes para o efetivo Controle de Infecção, além das CME’s: equipamentos de proteção individual (EPI’s) normatizados pela VS, utilização de luz natural e artificial, ventilação, revestimentos de paredes, pisos e tetos, materiais de limpeza com especificação conforme finalidade, sistemas de descarte e expurgo de materiais, layout e dimensionamento adequado de casas de máquinas, o compressor e bomba de vácuo devem estar em ambientes separados e central de ar condicionado, técnicas de manutenção das redes de ar comprimido, sucção e ar climatizado, dimensionamento correto das instalações elétricas, hidráulicas, pneumáticas etc.

Em biossegurança e controle de infeção não existe ação isolada. Tudo é rotina. Tudo faz parte do conjunto de ações acima mencionado.

Enfim, são muitas variáveis que exigem orientação técnica adequada e a Woson coloca sua infraestrutura à disposição do profissional de saúde e sua equipe. O que se torna fácil de executar incorpora-se mais facilmente à cultura biossegura de todos os colaboradores.  

O sorriso do profissional de saúde e de seus pacientes é a energia que nos move.

WOSON BIOSSEGURANÇA RESPONSAVEL

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